Uma das coisas mais importante durante o treinamento é o descanso de uma serie a outra .A maioria das pessoas estão preocupadas com a carga em si que vão tentar levantar muitas vezes fazendo movimento errados e não se preocupando com as lesões que podem causar por causa desses movimentos e depois disso tudo erram no descanso ficando minutos conversando ou recuperando -se da serie que foi efetuada..Quando menor o descanso mas intenso o treino quando mais intenso o treino mas o hormônio do crescimento vai ser estimulado estudos mostram que descanso entre as series inferior a um minuto estimula muito mas o IGF -1 no organismo.Esses resultados indicam que um intervalo de recuperação curto possa provocar um estado anabólico no indivíduo. Esse possível estado anabólico do individuo pode contribuir para que haja um aumento do tamanho do músculo, da força máxima, da potência dos músculos treinados e de adaptações do sistema nervoso.
Então é interessante que ao se prescrever um treinamento de musculação, primeiramente se leve em consideração o objetivo daquela sessão ou período de treinamento. Intervalos curtos de recuperação aumentam a produção hormonal porém diminuem a capacidade de manter o mesmo numero de repetições nas séries subseqüentes, enquanto que intervalos mais longos tem a capacidade de manter o mesmo numero de repetições nas séries subseqüentes porém não tem uma produção hormonal tão expressiva. Ou seja, o intervalo de recuperação vai depender do objetivo do treino.
Segundo os estudos atuais, parece ser mais evidentes que, treinos com características metabólicas (resistência) são mais eficientes com intervalos curtos de descanso entre as séries, pois o objetivo é aumentar as concentrações de metabólitos. Já treinos com características tensionais (força) o intervalo deve ser longo para se obter uma recuperação neural adequada (Gentil, 2005).
Entretanto, segundo os objetivos e características individuais de cada praticante, é essencial que haja uma manipulação cuidadosa do intervalo de descanso para evitar um estresse inadequado e desnecessário. E somente o Profissional habituado com seu aluno pode ser mais correto nesta prescrição!!
Em caso de Duvida acesse nosso site de suplementação www.bodyfitsuplementos.blogspot.com
quarta-feira, 21 de março de 2012
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Treino de Braço
Treino De Braço
A grande maioria dos alunos iniciantes, intermediários e até os avançados querem o aumento do perímetro do braço mas para isso são vários fatores que fazem esse aumento e nesse artigo irem citar alguns para a melhora do seus treinamento
Combinação dos exercícios .
Tanto o bíceps como o tríceps são músculos auxiliares em diversos exercícios , o bíceps com as costas e o tríceps com os deltóides e Peitoral . Então eles são solicitados em todos os exercícios então a divisão dos grupos musculares são fundamentais para o desenvolvimento melhor dessa musculatura .
Aumento da massa Corporal.
Para aumentar o Perímetro dos Braços objetivo principal é aumentar seu peso corporal aumentando a massa por um todo conseqüentemente os perímetros iram aumentar tanto os braços , quadríceps ,costas e etc....
Treina Biceps ou Triceps Primeiro
Quando seu treino é dividido com bíceps e tríceps no mesmo dia qual músculo começar primeiro ??
Grande erro todo mundo começa pelo bíceps qual é o músculo maior bíceps ou tríceps?? Tríceps ele tem 3 vasto e o bíceps tem 2 então sempre comece pelo tríceps se o seu objetivo é aumentar a musculatura do Braço.
Espero que minhas dicas de treinamento sejam útil para vcs. Acesse www.bodyfitsuplementos.blogspot.com minha loja de suplementação Abraçosss
Maltodextrina Como Tomar
Maltodextrina é um carboidrato complexo, proveniente da conversão enzimática do Amido do Milho. Sua absorção pelo organismo é gradativa e lenta, pois contém polímeros de dextrose. Estes polímeros acabam sendo metabolizados lentamente, o que faz com que ela forneça energia durante uma atividade física que necessita de resistência e de longa duração, pois ela vai liberando a glicose gradualmente no sangue.
Muito usada por jogadores de futebol, basquete, maratonistas, e também pela maioria dos praticantes de musculação, que é foco principal desse post. O pessoal que visa a hipertrofia usam tanto a maltodextrina quanto a dextrose, para repor o glicogênio muscular e como transporte de nutrientes para dentro das células, sejam as proteínas,creatina, BCAAs e glutamina . Graças ao pico de insulina causado pelo alto indice glicemico desses carboidratos.
Por isso o mais indicado é tomar a Malto ou Dextrose pós treino junto com o Whey , podendo tomar junto também a Creatina, BCAA, ou Glutamina. A Maltodextrina não causa efeitos colaterais, e caso você não tenha problemas de diabetes, pode tomar tranquilo, e mesmo os diabéticos podem tomar, mas com orientação médica claro.
A proporção ideal para se tomar no shake pós-treino é a seguinte: - 1 grama de carboidrato para cada kg de peso corporal Exemplo, se a pessoa pesa 60kg, utiliza 60gr de carboidrato, podendo ser divido em (50% de Dextrose e 50 % de Maltodextrina) - 30g de Proteína (um medidor que habitualmente vem nos potes de Whey) - 5 á 10g de Creatina - Glutamina e BCAA - Cerca de 5g de cada. segunda-feira, 4 de julho de 2011
INAUGURAÇÃO BODY FIT SUPLEMENTOS
Novo loja de suplementos alimentare na região central de são paulo Localizado na Rua Rego Freitas numero 133 loja 6 dentro do Boulevard Rego Freitas Inaguração dia 25 de Julho Preço promocionais venham conferir !!! BODY FIT SUPLEMENTOS O NOVO CONCEITO DE SUPLEMENTAÇÃO DA REGIÃO CENTRAL DE SÃO PAULO
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Manguito Rotador o que é isso ?
O principal grupo muscular responsável pela movimentação do ombro é o manguito rotador. O manguito rotador é formado pelos seguintes músculos: supra-espinhoso, infra-espinhoso, subescapular e redondo menor. Possui inserção tendinosa no úmero, facilitando a estabilidade articular e propiciando movimentação.
Tendinite do manguito rotador – Também denominada síndrome do impacto é a mais comum causa de dor no ombro, ocorre com maior frequência acima dos 40 anos de idade, com predominância da etiologia traumática.. Pode ser aguda ou crônica e pode estar ou não associada com depósito cálcico tendíneo. O achado mais característico é dor à abertura lateral (abdução) ativa do braço entre 60° e 120°. Em casos severos, entretanto, a dor pode ocorrer desde o início do movimento de abrir os braço.
A tendinite aguda tende a ocorrer em indivíduos mais jovens e mais freqüentemente evoluem com calcificação na inserção do tendão supra-espinhoso. Os depósitos são melhor visualizados nos exames radiográficos planos em rotação externa. Estes depósitos podem resolver espontaneamente.
A tendinite crônica do manguito rotador se apresenta como dor na região lateral do ombro (músculo deltóide) e ocorre com vários movimentos, especialmente abrir o braço e rotação para dentro. Os pacientes referem dificuldades para se vestir e dor noturna.
A tendinite do manguito rotador tem muitos fatores, porém a sobrecarga sobre a articulação geralmente é a principal. Fatores relacionados à idade incluem degeneração e diminuição na vascularização dos tendões do manguito, bem como redução da força muscular.
Osteófitos na porção inferior da articulação acrômio-clavicular ou trauma agudo da região do ombro contribuem para o desenvolvimento da tendinite e processos inflamatórios, tais como a artrite reumatóide, podem causar tendinite do manguito rotador.
Evolução das lesões
Sabe-se que o impacto causando atrito e posterior degeneração ocorre durante a elevação anterior do braço, ocorrendo contra superfície inferior do acrômio.
Alguns autores descrevem três fases clínicas:
- Fase I: abaixo dos 25 anos, ocorrendo dor aguda após esforço prolongado. Nesta fase há edema e hemorragia em nível de bursas e tendões;
- Fase II: entre 25 e 40 anos de idade e já começa fibrose e espessamento da bursa subacromial, além da tendinite. Paciente queixa de dor noturna e após atividades. Pode ocorrer ruptura parcial do manguito rotador;
- Fase III: acima dos 40 anos. Paciente apresenta dor contínua com perda da força de mobilização devido à ruptura completa de um ou vários tendões.
O tratamento consiste em repouso articular, aplicação de calor local ou de gelo ou de ultra-som, com exercícios específicos tolerados pelo paciente. Os antiinflamatórios não hormonais são benéficos.
Ruptura do manguito rotador – Rupturas do manguito rotador são facilmente identificadas após lesões traumáticas. Fratura da cabeça umeral e luxação do ombro devem ser sempre consideradas. Porém, aproximadamente metade dos pacientes não apresentam antecedente de trauma. Nestes casos, degeneração do manguito rotador ocorre gradualmente, resultando em ruptura incompleta e eventualmente em ruptura completa.
As rupturas são classificadas como pequena (< 1 cm), média (1-3 cm), grande (3-5 cm), acentuada (> 5 cm)(8). Dor no ombro, fraqueza ao movimento de abrir o braço e perda da mobilidade ocorre em vários graus, variando de dor importante e discreta fraqueza à ausência de dor e fraqueza severa. Sinal de queda do braço com incapacidade para manter 90° pode estar presente em grandes ou severas rupturas. O tratamento cirúrgico é indicado nestas situações.
O diagnóstico de ruptura do manguito é estabelecido por artrografia que mostra comunicação entre a cavidade gleno-umeral e a bursa subacromial. A ultra-sonografia e a ressonância nuclear magnética (MRI) também podem identificar rupturas do manguito. Pequenas rupturas, completas ou incompletas, são tratadas conservadoramente com repouso, terapia física e uso de antiinflamatórios não hormonais
A tendinite aguda tende a ocorrer em indivíduos mais jovens e mais freqüentemente evoluem com calcificação na inserção do tendão supra-espinhoso. Os depósitos são melhor visualizados nos exames radiográficos planos em rotação externa. Estes depósitos podem resolver espontaneamente.
A tendinite crônica do manguito rotador se apresenta como dor na região lateral do ombro (músculo deltóide) e ocorre com vários movimentos, especialmente abrir o braço e rotação para dentro. Os pacientes referem dificuldades para se vestir e dor noturna.
A tendinite do manguito rotador tem muitos fatores, porém a sobrecarga sobre a articulação geralmente é a principal. Fatores relacionados à idade incluem degeneração e diminuição na vascularização dos tendões do manguito, bem como redução da força muscular.
Osteófitos na porção inferior da articulação acrômio-clavicular ou trauma agudo da região do ombro contribuem para o desenvolvimento da tendinite e processos inflamatórios, tais como a artrite reumatóide, podem causar tendinite do manguito rotador.
Evolução das lesões
Sabe-se que o impacto causando atrito e posterior degeneração ocorre durante a elevação anterior do braço, ocorrendo contra superfície inferior do acrômio.
Alguns autores descrevem três fases clínicas:
- Fase I: abaixo dos 25 anos, ocorrendo dor aguda após esforço prolongado. Nesta fase há edema e hemorragia em nível de bursas e tendões;
- Fase II: entre 25 e 40 anos de idade e já começa fibrose e espessamento da bursa subacromial, além da tendinite. Paciente queixa de dor noturna e após atividades. Pode ocorrer ruptura parcial do manguito rotador;
- Fase III: acima dos 40 anos. Paciente apresenta dor contínua com perda da força de mobilização devido à ruptura completa de um ou vários tendões.
O tratamento consiste em repouso articular, aplicação de calor local ou de gelo ou de ultra-som, com exercícios específicos tolerados pelo paciente. Os antiinflamatórios não hormonais são benéficos.
Ruptura do manguito rotador – Rupturas do manguito rotador são facilmente identificadas após lesões traumáticas. Fratura da cabeça umeral e luxação do ombro devem ser sempre consideradas. Porém, aproximadamente metade dos pacientes não apresentam antecedente de trauma. Nestes casos, degeneração do manguito rotador ocorre gradualmente, resultando em ruptura incompleta e eventualmente em ruptura completa.
As rupturas são classificadas como pequena (< 1 cm), média (1-3 cm), grande (3-5 cm), acentuada (> 5 cm)(8). Dor no ombro, fraqueza ao movimento de abrir o braço e perda da mobilidade ocorre em vários graus, variando de dor importante e discreta fraqueza à ausência de dor e fraqueza severa. Sinal de queda do braço com incapacidade para manter 90° pode estar presente em grandes ou severas rupturas. O tratamento cirúrgico é indicado nestas situações.
O diagnóstico de ruptura do manguito é estabelecido por artrografia que mostra comunicação entre a cavidade gleno-umeral e a bursa subacromial. A ultra-sonografia e a ressonância nuclear magnética (MRI) também podem identificar rupturas do manguito. Pequenas rupturas, completas ou incompletas, são tratadas conservadoramente com repouso, terapia física e uso de antiinflamatórios não hormonais
segunda-feira, 23 de maio de 2011
O que é treinamento de força
Irei postar um artigo do Professor Dilmar Pinto Guedes que na minha opnião é um do melhores referente a esse assunto .
Dilmar Pinto Guedes
Força pode ser definida sob vários aspectos:
-Interação de um objeto com tudo aquilo que o cerca, inclusive outros objetos, ou agente que produz ou tende a produzir uma mudança no estado de repouso ou de movimento de um objeto (Enoka,2000).
A força muscular é definida por vários autores, entre eles: -Barbanti (1979) define força muscular como a capacidade de exercer tensão muscular contra uma resistência, envolvendo fatores mecânicos e fisiológicos que determinam a força em algum movimento particular. -Para Guedes (1997) força é a capacidade de exercer tensão muscular contra uma resistência, superando, sustentando ou cedendo à mesma. -Zatsiorsky (1999),sugere que força é a medida instantânea da interação entre dois corpos. Devido a essas várias definições de força muscular, Weineck (1999) define força quanto às suas manifestações em força máxima, força explosiva e força de resistência. - força máxima: é a maior força que o sistema neuromuscular pode mobilizar através de uma contração máxima voluntária, ocorrendo(dinâmica) ou não(estática) movimento articular (Weineck,1999; Platonov & Bulatova, 1998). - força explosiva: é definida como a força produzida na unidade de tempo
(Zatsiorsky,1999; Badillo & Ayestäran,2001). - força de resistência: é a capacidade do sistema neuromuscular sustentar níveis de força moderado por intervalos de tempo prolongado
(Weineck,1999; Platonov & Bulatova,1998; Guedes,1997).
A Preparação Especial de Força(PEF) é parte integrante do processo de treinamento para qualquer modalidade esportiva (Verkoshanski,1995).
MUSCULAÇÃO: EXERCÍCIO RESISTIDOS (Ex: ginástica localizada, hidroginástica, sala de musculação). Com certeza a melhor metodologia de Treinamento Desportivo para desenvolver a capacidade física força. Considerada também uma modalidade esportiva, pois ocorrem competições
que são:
-fisiculturismo;
-levantamentos básicos;
-levantamentos olímpicos;
-luta de braço.
Os fatores que modificam a força são:
-neurais;
-musculares;
-biomecânicos;
-psicológicos.
FATORES NEURAIS: coordenação intermuscular, melhoria na relação agonista-antagonista (co-contração), melhoria na relação agonista-sinergistas e coordenação intramuscular. A coordenação intramuscular relaciona-se ao aumento do número de unidades motoras recrutadas, tamanho das unidades motoras recrutadas (princípio do tamanho) e freqüência de contração de cada unidade motora. Unidade motora é definida como o axônio do neurônio motor e todas as fibras musculares por ele inervadas. Os fatores neurais são os principais responsáveis pelo aumento da força nas primeiras semanas de treinamento com pesos (Fleck e Kraemer, 1997).
FATORES MUSCULARES: relacionados principalmente com a hipertrofia
muscular. Alguns artigos têm sugerido a hiperplasia muscular (Kadi etal.,1999). No entanto caso ela ocorra, sua contribuição para o volume muscular total parece não ser muito significativo (Fleck e Kraemer,1997). A hipertrofia muscular ocorre devido principalmente a sobrecarga tensional e metabólica. -sobrecarga tensional causa a hipertrofia miofibrilar devido ao aumento do conteúdo de proteínas contrateis nas miofibrilas, que proporciona o aumento no
número e tamanho das miofibrilas. Isso ocorre principalmente graças ao
treinamento com cargas elevadas. -sobrecarga metabólica que causa a hipertrofia sarcoplasmática (aumento de creatina fosfato, glicogênio e água que ocorre graças ao tempo prolongado de contração), o que sugere repetições elevadas e/ou intervalos curtos. Então a
hipertrofia máxima será atingida quando se equilibrar peso elevado, repetições altas e intervalos curtos a fim de proporcionar simultaneamente ou alternadamente dentro do processo de periodização do treinamento a sobrecarga tensional e metabólica. Para isso a carga de treinamento apresenta as seguintes características:-60% a 85% da contração máxima;
-6 a 20 reps;
-1 a 4 min. de pausa (Fleck & Kraemer,1997; Platonov & Bulatova,1998; Guedes,1997; Poliquin,1991). Essas variáveis devem ser manipuladas ao longo da temporada de treinamento de acordo com os objetivos de cada fase (periodização). Quando o objetivo for sobrecarga tensional deve-se priorizar cargas elevadas, já quando
o objetivo for sobrecarga metabólica a prioridade é de altas reps e/ou intervalos curtos. Quanto as séries e exercícios tem-se observado que séries múltiplas são superiores a séries únicas para praticantes mais experientes (Fleck e Kraemer,1997). Os exercícios em musculação são classificados como básicos (multiarticulares) e analíticos (uniarticulares). Para sobrecarga tensional dar preferência aos básicos, enquanto na sobrecarga metabólica escolher os
analíticos. A velocidade de cada repetição deve ser rápida na fase concêntrica, no entanto a carga elevada torna a velocidade do movimento lenta, pois a velocidade é inversamente proporcional à resistência (observe que na água essa relação é diferente), já na fase negativa o movimento deve ser lento e concentrado. A freqüência semanal depende do nível de aptidão física do praticante. Para os iniciantes, 3 vezes por semana é suficiente (ACSM,2000). Já atletas mais experientes costumam treinar com mais freqüência (4 a 6x/sem), porém o treinamento é parcelado por segmentos musculares, pois a intensidade é extremamente alta e com isso o volume de treinamento por sessão é reduzido.
FATORES BIOMECÂNICOS: Se considerarmos que o corpo humano se movimenta graças a sistemas de alavancas, entenderemos que não só a força muscular mas também o seu ponto de aplicação interfere na capacidade de vencer a resistência. Esse conceito é definido como Momento ou Torque, que é a capacidade de forças girarem um sistema de alavancas ao redor do ponto fixo (eixo), onde T=F x d (T=torque, F=força e d=braço de alavanca).
FATORES PSICOLÓGICOS: Relaciona-se a uma força latente, denominada reserva de proteção, que seria mobilizada de forma involuntária, como por exemplo em situações de perigo (Força Absoluta).
O treinamento de força tem sido recomendado não só para atletas e para a estética, mas também para a promoção de saúde e qualidade de vidade jovens, idosos, hipertensos e cardiopatas (ACSM,2000; NSCA,1994; SBME,1999; NIH,1995).
-Interação de um objeto com tudo aquilo que o cerca, inclusive outros objetos, ou agente que produz ou tende a produzir uma mudança no estado de repouso ou de movimento de um objeto (Enoka,2000).
A força muscular é definida por vários autores, entre eles: -Barbanti (1979) define força muscular como a capacidade de exercer tensão muscular contra uma resistência, envolvendo fatores mecânicos e fisiológicos que determinam a força em algum movimento particular. -Para Guedes (1997) força é a capacidade de exercer tensão muscular contra uma resistência, superando, sustentando ou cedendo à mesma. -Zatsiorsky (1999),sugere que força é a medida instantânea da interação entre dois corpos. Devido a essas várias definições de força muscular, Weineck (1999) define força quanto às suas manifestações em força máxima, força explosiva e força de resistência. - força máxima: é a maior força que o sistema neuromuscular pode mobilizar através de uma contração máxima voluntária, ocorrendo(dinâmica) ou não(estática) movimento articular (Weineck,1999; Platonov & Bulatova, 1998). - força explosiva: é definida como a força produzida na unidade de tempo
(Zatsiorsky,1999; Badillo & Ayestäran,2001). - força de resistência: é a capacidade do sistema neuromuscular sustentar níveis de força moderado por intervalos de tempo prolongado
(Weineck,1999; Platonov & Bulatova,1998; Guedes,1997).
A Preparação Especial de Força(PEF) é parte integrante do processo de treinamento para qualquer modalidade esportiva (Verkoshanski,1995).
MUSCULAÇÃO: EXERCÍCIO RESISTIDOS (Ex: ginástica localizada, hidroginástica, sala de musculação). Com certeza a melhor metodologia de Treinamento Desportivo para desenvolver a capacidade física força. Considerada também uma modalidade esportiva, pois ocorrem competições
que são:
-fisiculturismo;
-levantamentos básicos;
-levantamentos olímpicos;
-luta de braço.
Os fatores que modificam a força são:
-neurais;
-musculares;
-biomecânicos;
-psicológicos.
FATORES NEURAIS: coordenação intermuscular, melhoria na relação agonista-antagonista (co-contração), melhoria na relação agonista-sinergistas e coordenação intramuscular. A coordenação intramuscular relaciona-se ao aumento do número de unidades motoras recrutadas, tamanho das unidades motoras recrutadas (princípio do tamanho) e freqüência de contração de cada unidade motora. Unidade motora é definida como o axônio do neurônio motor e todas as fibras musculares por ele inervadas. Os fatores neurais são os principais responsáveis pelo aumento da força nas primeiras semanas de treinamento com pesos (Fleck e Kraemer, 1997).
FATORES MUSCULARES: relacionados principalmente com a hipertrofia
muscular. Alguns artigos têm sugerido a hiperplasia muscular (Kadi etal.,1999). No entanto caso ela ocorra, sua contribuição para o volume muscular total parece não ser muito significativo (Fleck e Kraemer,1997). A hipertrofia muscular ocorre devido principalmente a sobrecarga tensional e metabólica. -sobrecarga tensional causa a hipertrofia miofibrilar devido ao aumento do conteúdo de proteínas contrateis nas miofibrilas, que proporciona o aumento no
número e tamanho das miofibrilas. Isso ocorre principalmente graças ao
treinamento com cargas elevadas. -sobrecarga metabólica que causa a hipertrofia sarcoplasmática (aumento de creatina fosfato, glicogênio e água que ocorre graças ao tempo prolongado de contração), o que sugere repetições elevadas e/ou intervalos curtos. Então a
hipertrofia máxima será atingida quando se equilibrar peso elevado, repetições altas e intervalos curtos a fim de proporcionar simultaneamente ou alternadamente dentro do processo de periodização do treinamento a sobrecarga tensional e metabólica. Para isso a carga de treinamento apresenta as seguintes características:-60% a 85% da contração máxima;
-6 a 20 reps;
-1 a 4 min. de pausa (Fleck & Kraemer,1997; Platonov & Bulatova,1998; Guedes,1997; Poliquin,1991). Essas variáveis devem ser manipuladas ao longo da temporada de treinamento de acordo com os objetivos de cada fase (periodização). Quando o objetivo for sobrecarga tensional deve-se priorizar cargas elevadas, já quando
o objetivo for sobrecarga metabólica a prioridade é de altas reps e/ou intervalos curtos. Quanto as séries e exercícios tem-se observado que séries múltiplas são superiores a séries únicas para praticantes mais experientes (Fleck e Kraemer,1997). Os exercícios em musculação são classificados como básicos (multiarticulares) e analíticos (uniarticulares). Para sobrecarga tensional dar preferência aos básicos, enquanto na sobrecarga metabólica escolher os
analíticos. A velocidade de cada repetição deve ser rápida na fase concêntrica, no entanto a carga elevada torna a velocidade do movimento lenta, pois a velocidade é inversamente proporcional à resistência (observe que na água essa relação é diferente), já na fase negativa o movimento deve ser lento e concentrado. A freqüência semanal depende do nível de aptidão física do praticante. Para os iniciantes, 3 vezes por semana é suficiente (ACSM,2000). Já atletas mais experientes costumam treinar com mais freqüência (4 a 6x/sem), porém o treinamento é parcelado por segmentos musculares, pois a intensidade é extremamente alta e com isso o volume de treinamento por sessão é reduzido.
FATORES BIOMECÂNICOS: Se considerarmos que o corpo humano se movimenta graças a sistemas de alavancas, entenderemos que não só a força muscular mas também o seu ponto de aplicação interfere na capacidade de vencer a resistência. Esse conceito é definido como Momento ou Torque, que é a capacidade de forças girarem um sistema de alavancas ao redor do ponto fixo (eixo), onde T=F x d (T=torque, F=força e d=braço de alavanca).
FATORES PSICOLÓGICOS: Relaciona-se a uma força latente, denominada reserva de proteção, que seria mobilizada de forma involuntária, como por exemplo em situações de perigo (Força Absoluta).
O treinamento de força tem sido recomendado não só para atletas e para a estética, mas também para a promoção de saúde e qualidade de vidade jovens, idosos, hipertensos e cardiopatas (ACSM,2000; NSCA,1994; SBME,1999; NIH,1995).
Oxandrolona usa- la ou não
Oxandrolona
A oxandrolona é um esteróide anabolizante que começou a ser fabricado na década de 60 e conquistou diversos usuários. Um dos principais motivos para o crescimento do uso da oxandrolona foi seus baixos efeitos colaterais.Considerada uma substância com moderado poder andrógeno, a Oxandrolona possui um resultado anabolizante satisfatório. Por esses motivos, o público feminino aumentou bastante para o consumo dessa droga.
A substância é conhecida por diferentes nomes de acordo com o país. No Brasil, são comuns os nomes: Lipidex e Anavar. Nos Estados Unidos, o medicamento pode ser encontrado como Anavar. Em outros países, como Austrália, Japão e Itália, a Oxandrolona é encontrada como Lonavar.
Efeitos no corpo
Quanto utilizado conjuntamente com a musculação ou outro esporte de força, a oxandrolona trabalha no estrutura intracelular visando o aumento de força da pessoa.Porém, a substância é utilizada para pacientes que necessitam de um aumento da força nos músculos. Pacientes que passam várias semanas imobilizados podem vir a se medicar com a oxandrolona para acelerar e restaurar os tecidos dos músculos do corpo.
Oxandrolona não é muito tóxica, não é muito androgênica, mais ou menos anabólica e tem muito pouca influência no eixo HPT. Esses são os 4 itens principais que serão comentados a seguir.
Oxandrolona é pouco tóxica ao fígado, sendo provavelmente o esteróide oral mais suave nesse quesito. Dosagens acima de 80mg/dia são facilmente toleradas pela maioria dos homens e poucos colaterais são relatados com essa droga(1). Por esses reações ela é a escolha de muitas bodybuilders e outros atletas.
É um esteróide suave em todas as formas. Ele se liga bem ao receptor androgênico, porém doses muito altas são necessárias não sendo sugeridas nunca doses menores que 20mg/dia. De fato, a dosagem de 20-80mg/dia foi a necessária para compensar a perda em usuários aidéticos(1) e para recuperar o peso de vítimas de queimaduras(2) então esse é a dosagem recomendada para esse composto. Muitos usuários usam 100mg/dia e recomendam. Para mulheres, a dosagem de 2.5-20mg/dia é suficiente. Virilização não ocorre com esse composto, ja que sua androgenicidade é muito baixa(3). Retenção hídrica também não é comum.
Sendo um esteróide oral, a oxandrolona é um composto 17aa para sobreviver ao metabolismo de primeira passagem no fígado, porém é bem suave nesse quesito também não apresentando efeitos hepatotóxicos muito sérios (colestase hepática, peliose hepática, hiperplasias e neoplasias) atribuídos aos compostos 17aa(17). Oxandrolona foi usada com sucesso em alguns estudos para tratar problemas cutâneos(7) ou para melhorar a função respiratória(18). Essas propriedades a torna uma boa droga para boxeadores, lutadores e outros atletas.
Em relação a queima de gordura, a oxandrola pode ser chamada de um esteróide fat-burner. A gordura visceral e abdominal diminuiram em um estudo onde os pacientes com os níveis normais de testosterona usaram oxandrolona(4). Em outro estudo a gordura total, torácica e apendicular foram reduzidas com uma dosagem baixa da droga, 20mg/dia(8), e sem exercício. Além disso os ganhos parecem ser sólidos e permanentes. Pode não ser muito, porém a chance de manter tudo é muito grande. Em um estudo os pacientes manteram seus ganhos da oxandrolona por no mínimo seis meses após o final do uso(2). Concomitante, em outro estudo, doze semanas após o descontínuo do uso, 83% da perda de gordura total, torácica e de extremidades foi mantida(8). Assim, os ganhos de pesa e a perda de gordura costuma ser permanente com o uso da oxandrolona.
Leve em conta que esses resultados são sem uma TPC e nenhuma alteração na dieta ou treino. E sendo todos os estudos realizados com homens mais velhos ou mais novos fica evidenciado que os efeitos da oxandrolona não são dependentes da idade(11). Se você mantem o protocolo "on-off" você pode perder muita gordura no período on e manter a maior parte durante o off.
Oxandrolona é excelente para força e para rasgar, mas não para ganho de massa. Em outras palavras, tudo que você ganha é sólido (e quanto mais sólido o ganho, mas fácil de mantê-lo). Ela possui um baixo impacto no eixo HPT, não suprimindo totalmente ele (principalmente em baixas doses) o que pode ser atribuído, também, ao fato da oxandrolona não aromatizar.
Testosterona sérica, SHBG e LH são suprimidos levemente com baixas doses de oxandrolona, muito menos que com outros compostos. FSH, IGF-1 e GH não são suprimidos com baixas doses de oxandrolona ao contrário, sofrem um aumento significante(12)(13)(14), e o LH vai apresentar ume feito rebote quando se para o uso(3). Estando o seu eixo funcionando corretamente, a oxandrolona vai afetá-lo muito pouco e pode-se ate manter os valores dentro dos padrões normais(5). Isso torna possível o seu uso com "bridge" entre ciclos (em baixas doses, como 10mg) ou, como mencionado antes, para ciclos de força/cutting em dosagens de 50-100mg.
Além disso a oxandrolona aumentou significantemente as concentrações de AR na musculatura esquelética sem alterar os níveis de IGF-1.
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